Por que será que o Che tem esse perigoso costume de continuar nascendo? Quanto mais o manipulam, quanto mais o traem, mais nasce. Ele é o mais nascedor de todos.
Não sera por que o Che dizia o que pensava, e fazia o que dizia? Não será por que isso continua sendo tão extraordinário, em um mundo onde as palavras e os fatos muito raramente se encontram, e, quando se encontram, não se cumprimentam, porque nao se reconhecem?
(Espelhos, página 308 - Eduardo Galeano)
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
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