domingo, 28 de outubro de 2007

Viagem a Taqua II


Juntinho de Deus: diz a palavra que o lugar de morada do Senhor é no coração do quebrantado de espírito. Eis aí, ao meu lado, um filho com um espírito quebrantado. Por isso, nessa foto, estou bem juntinho Dele. Obrigado pelo convite, Giba, pelo amor e pela acolhida. Está registrado nos anais do Reino!
Ps: e o mano ainda está com a camisa do glorioso Santinha... Aí, ninguém pode! hehe

:p

Viagem a Taquá


A ti, meu Senhor,
Me dedico com meu corpo,
Alma e espírito.

Com o Teu amor me sustentas,
Me faz ser forte em Ti,
Para Tua honra e glória.

Para o Teu Reino devemos viver;
Para o Teu Reino vir à luz, nos dedicamos...

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Matança

Essa embolada musicada é a cara do meu torrão natal; a vida lá é assim: corrida, sem muito tempo pra reflexão, e o homem nordestino se faz prático e, por isso, tem raciocínio ligeiro.

É esse mesmo raciocínio ligeiro que faz o nordestino alegre, também o faz prático, porque ele não tem tempo pra curtir dores, que lá são tantas.

O nordestino se vira, desde criança, pela sobrevivência; tem vida dura, mas, mesmo assim, se nega a reconhecer, ou melhor, sucumbir diante das agruras da vida...

Sabe porquê? Porque a vida é bela!

;)

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Causa da "Tropa de Elite".

Após assistir ao filme, convenci-me, mais ainda, que não há mocinhos nem bandidos. Todos somos culpados e qualquer visão unilateral é obtusa.

É o bumerang... Tudo que vai, volta; tudo que se planta, colhe.

Eis a razão dos nossos muros e grades: todos vítimas de um sistema de divórcios... e culpados!

"Viver assim é absurdo; como outro qualquer; como tentar um suicídio... ou amar uma mulher"

:(

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Matemática e Música

Porque a sabedoria e o conhecimento me encantam...

E todo o princípio do saber está em temer a Deus; Ele, que é fonte e manancial da vida.

:)

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Gosto quando te calas.

Pablo Neruda (1904-1974)

Gosto quando te calas

Gosto quando te calas porque estás como ausente,
e me ouves de longe, minha voz não te toca.
Parece que os olhos tivessem de ti voado
e parece que um beijo te fechara a boca.

Como todas as coisas estão cheias da minha alma
emerge das coisas, cheia da minha alma.
Borboleta de sonho, pareces com minha alma,
e te pareces com a palavra melancolia.

Gosto de ti quando calas e estás como distante.
E estás como que te queixando, borboleta em arrulho.
E me ouves de longe, e a minha voz não te alcança:
Deixa-me que me cale com o silêncio teu.

Deixa-me que te fale também com o teu silêncio,
claro como uma lâmpada, simples como um anel.
És como a noite, calada e constelada.
Teu silêncio é de estrela, tão longínquo e singelo.

Gosto de ti quando calas porque estás como ausente.
Distante e dolorosa como se tivesses morrido.
Uma palavra então, um sorriso bastam.
E eu estou alegre, alegre de que não seja verdade.




Ps: dedicada pra minha querida Tia

;)

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Carta viva.



Eis a resposta da pergunta feita no post abaixo:


"Página de vida, escrita com dedicação...
discípulo que serve ao Senhor,
aonde quer que Ele vá,
e nega sua própria vida pelo Seu amor,
Carta viva, escrita pelo espírito de Deus"


Foto batida em Edimburgo, capital da Escócia, em julho de 2002. É esse amor (divino) a única coisa que nos sustenta e que faz com que sejamos essas cartas vivas, reconhecidas e lidas por todas as nações... para honra e glória do Seu Santo Nome.
Ps: para ampliar a foto, basta clicar nela.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Quem sou eu?!


Davi, num de seus salmos, assim cantou:

"Quem sou eu, Senhor,
Um filho de homem para que Tu me visites?

Fizeste-me, por um pouco, menor do que os anjos,
de glória e de honra tens me coroado;

E, hoje, dentro em meu coração,
Te pergunto: o que posso fazer para Te servir melhor?

E toda glória que Tu me deste,
devolvo a Ti, me rendendo aos Teus pés.

Rei sobre todos os reis;
Senhor sobre todos os anjos,
Tu reinas sobre as nações..."

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Terra de Gigantes

Ei, Mãe...

Saudades, Mãe...

Seu caçula será sempre, para ti, um gigante pequeno...

"A milhas, e milhas, e milhas, de qualquer lugar", eu não troco a vida por diamantes...

"Mãe, só me acorda quando o sol tiver se posto"

Saudades, Mãe... Saudades!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Tempo... Tempo, mano velho... Tempo amigo, seja legal... Conto contigo hehe


Tem coisa pior para um superativo, como eu, ficar em oficina, numa semana bastante corrida?! O que fazer?! E, agora, quem poderá me defender?! Não é o Chapolim colorado! Hehe
Meu novo celular dá conta do recado...
Como ando "high tech"

:-P

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Simples de Coração - Engenheiros do Hawaii - Gravação DVD

Nova versão dessa linda velha canção!

"... casa vazia...
... só pra dar impressão ..."

"... derrete o chumbo do céu..."

sábado, 22 de setembro de 2007

Formiga city


Estou em Formiga juntamente com a família bendita do Pai belo horizontina (somente jovens); o pessoal de Montes Claros também veio se juntar a nós... Mt bom fazer parte dessa família B-)

Me achando ;-)


Usando uma expressao pernambucana... Boy topado kkkk

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Vale à pena ver de novo ...

"Já disse que não apenas não sou culpado desses crimes, como não cometi crime algum em toda a minha vida: jamais roubei, matei ou derramei uma gota de sangue; lutei contra o crime, lutei até com o meu próprio sacrifício para eliminar os crimes que a lei e a igreja admitem e santificam. Isto é o que queria dizer.

Não desejaria para um cão, nem para uma serpente, nem para a criatura mais miserável e infeliz da terra, o que eu tenho de sofrer por crimes dos quais sou inocente. Porém, minha convicção é outra: sofri por culpas que tenho efetivamente.

Sofri por ser radical; e de fato sou um radical; sofri por ser italiano, e, de fato, sou italiano; sofri mais por minha família e pelas pessoas que me são queridas do que por mim mesmo; porém, estou tão convencido de que estou com a razão e que se você tivesse o poder de matar-me duas vezes e eu pudesse nascer duas vezes, voltaria a viver para fazer de novo exatamente o que fiz até agora. Terminei. Muito Obrigado"


Esse depoimento é o depoimento de Bartolomeu Vanzetti, um italiano que foi condenado a morte, nos USA, por um crime que não cometeu; foi um bode expiatório que acharam para dar resposta a um assalto, à época da grande crise da década de 20, como uma prova das teorias xenófobas contra os italianos e anarquistas, no pós primeira guerra. O lindo dele é dizer que ele sofreu pelo o que ele era e que passaria por tudo aquilo, novamente, porque importava ser o que ele, de fato, era.

Se sofremos pelas escolhas que fizemos, não podemos reclamar; escolhemos e a escolha está feita... Somos aquilo que queremos ser; somos e temos que ser felizes pelas escolhas que fazemos... Se pudesse, erraria tudo outra vez... Somos a soma dos erros e acertos... Somos aquilo que Deus permitiu que nos tornássemos.

Por oportuno, trago à baila um ditado anarquista: "Quem quer que seja que ponhas as mãos sobre mim, para me governar, é um usurpador, um tirano". Me nego ser usurpado e vilipendiado, mas, acima de tudo, me nego ser usurpador, porque a LIBERDADE é direito inalienável e inegociável.

Sem o mais...

terça-feira, 18 de setembro de 2007

A rosa


Estou com nova tecnologia à disposicão: trata-se de um celular que, além de bater fotos, as pode postar.... Essa foi a primeira foto que bati: encontrei-a justamente hoje na janela do quarto, largada e suponho quem tenha sido... Mas não revelo ;)

Nossa Língua Portuguesa


Painel, no Museu da Língua Portuguesa, em Sampa


-- Junho de 2007 ---


sábado, 15 de setembro de 2007

Ultraje a Rigor - Rebelde sem Causa

"... e o meu carro foi meu pai que me deu ..."

Minha música kkkkkkkk

:P

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Antonio Nóbrega - Ponteio Acutilado

De Pernambuco para o mundo... Antônio Nóbrega, com sua rabeca nas mãos e o frevo no pé... Um brincante...

VIVA PERNAMBUCO!!!!

:)

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Pequena Morte.

A pequena morte.


Não nos provoca o riso o amor, quando chega ao mais profundo de sua viagem (nem) ao mais alto de seu vôo: no mais profundo, no mais alto, nos arranca gemidos e suspiros, vozes de dor, embora seja dor jubilosa; e, pensando bem, não há nada de estranho nisso, porque nascer é uma alegria que dói.

Pequena morte, chamam na França a culminação do abraço que, ao quebrar-nos, faz por juntar-nos e, perdendo-nos, faz por encontrar-nos, e, acabando conosco, nos principia.

Pequena morte, dizem; mas grande, muito grande haverá de ser, se ao nos matar, nos nasce.

(Eduardo Galeano, O Livro dos Abraços, página 95)

terça-feira, 11 de setembro de 2007

FALTANDO UM PEDAÇO

... "Pequena morte", dizem os franceses ...