sexta-feira, 19 de junho de 2009

Mercedes Sosa - Solo le Pido a Dios

Como o mais novo hispano hablante (kkkk), posto essa música que conheci no curso de espanhol... Linda, linda!!!

Fala duma coisa difícil, mas essencial: manter a sensibilidade.

Sensibilidade que é mais vital quando se trata do sofrimento alheio... Dos sem: sem vida, sem esperança, sem teto, sem segurança, sem proteção.

;)

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Homem nao chora


Hoje, parei pra pensar o que postar aqui, por ser o aniversário de uma pessoa MUITO ESPECIAL...

Queria algo que representasse ela e que, ao mesmo tempo, fosse uma coisa que fizesse parte da nossa amizade.

Lembrei dessa música do Frejat, que a gente ama.

Lembrei que esse homem, que conheci menino; voltando, aliás, aquele menino, que se tornou um homem no sentido real da palavra, faz seus vinte e seis anos hoje.

E, no alto dos seus agora vinte e seis anos, esse homem continua a ser um verdadeiro minino, na amizade, nos conselhos, na pureza, na integridade, na sensibilidade.

Sam, agradeço a Deus por você e por tudo que você se tornou e tem se tornado; que outros três vinte e seis eu possa apreciar sendo completados em sua vida ;)

Quero dizer que homem não chora mesmo, mas nós podemos chorar, porque sempre seremos eternas crianças, eternos Peters, na terra do sempre =)

Ah, só para rematar e rememorar coisas que nos marcam, lembra daquela outra?

.... Se eu fosse um cara diferente, sabe lá como eu seria ...

domingo, 24 de maio de 2009

domingo, 17 de maio de 2009

Reunião do Sindicato do Crime.


A comissão da "Cosa Nostra" pernambucana, mais uma vez, conseguiu se reunir, depois de quase dois anos. O local, desta vez, foi um Sushi Bar, para não chamar a atenção das autoridades.

Da esquerda para direita, na foto: Naldinho Scarpazzeda (The Boss); Filipe Al Capone (Scarface); Ezequiel Genovese (novo piccioto); Juninho Busqueta (não confundam kkkk), também conhecido como Lo Piccolo; David Sam Maranzano e Melqui Gambino (outro piccioto).

Todos devem ter notada a lastimável ausência de Pepeu Rina (o bufão); alguns dizem que se deveu a forte gripe suína que assolou o Recife, durante esta semana, com a passagem do Palmeiras... Há controvérsias!

kkkkk


Ps: nesse dia, dizem as màs línguas, que nenhum crime foi cometido na bela capital pernambucana, já que os mafiosos se encontravam em deliciosa tertúlia :P

Ps2: Só para registro, se fizeram presentes os capos das famílias da Calábria, Ñdrangheta, Castelamare, Palermo, Pullia, Nápoles e Lucania.

;)

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Hora do Mergulho

"... se queres paz, te prepara para a guerra ..."

sexta-feira, 24 de abril de 2009

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A arte de ouvir (Último Capítulo)


Caiu em minha mão esse texto que me parece ser do Rúbem Braga, psicólogo e escritor muito famoso aqui no Brasil e que tem vários livros publicados.

Olha o que ele fala sobre a questão de ouvir e do silêncio... Demais!

"É do silêncio que nasce o ouvir. Só posso ouvir a palavra se meus ruídos interiores forem silenciados. Só posso ouvir a verdade do outro se eu parar de tagarelar.

Quem fala muito não ouve. Sabem disso os poetas, esses seres de fala mínima. Eles falam, sim. Para ouvir as vozes do silêncio."

Simplesmente lindo!

;)


segunda-feira, 13 de abril de 2009

A arte de ouvir (IV).


Ainda sobre a arte de ouvir... Não sei bem por onde começar essa postagem; talvez, pelo Pernalonga; escolhi ele só como prosseguimento dos personagens orelhudos que coloquei nas outras postagens.
(fica mais "biitinho" hehe... Era a Geo que falava assim, quando era bem novinha; "Tio, olha que biito; é biitinho, né, tio?!" kkkkk)

Então, acho que já estou terminando essa série (acho!) e estive me lembrando de dois fatos que ocorreram comigo. Há alguns anos, de repente, fiquei surdo de um ouvido; ele tapou totalmente! Pensei que estivesse precisando de uma lavagem ou algo assim, mas não era.

Depois de um certo tempo, isso voltou a acontecer: um dos meus ouvidos (mais propriamente o direito) voltou a ficar tapado... Foi, então, que me lembrei da primeira vez que isso havia acontecido.

Quando eu falei que eu não tinha ficado surdo (momentaneamente; na verdade, por alguns dias) porque precisava de uma lavagem, foi porque aquilo tinha ocorrido por uma razão; depois que eu melhorei, eu pude perceber que havia uma causa por trás da minha surdez e a causa era o fato de quê Deus estava querendo chamar a minha atenção: foi uma forma Dele dizer a mim que estava falando comigo, mas que eu não O estava escutando.

Da segunda vez, quando me vi surdo, me lembrei da primeira vez e logo percebi que estava acontecendo a mesma coisa: Ele estava falando comigo e eu teimava em não ouvir; sendo assim, mais uma vez, Ele me fez ficar surdo para que eu percebesse que não estava ouvindo Ele.

A diferença dessa segunda vez, em comparação com a primeira, foi que, ao perceber isso, não fiquei dias com essa surdez; ela durou algumas horas.

Mas eu continuo precisando aprender a ouvir... Mais do que nunca e sempre!

"... Tu quoque, Bruti, fili me?! ..."

;)


quarta-feira, 1 de abril de 2009

A arte de ouvir (III)



Seguindo... Semana passada, estava ouvindo uma pregação, na qual era citada a parábola, contada por Jesus, do homem rico e do homem pobre; é a estória do homem pobre que, ao morrer, vai para o céu e do rico, que morre, mas, por não ser salvo, vai para o inferno.

Então, do inferno, ele clama para ressuscitar (se não me engano) para poder ir avisar a família dele que o inferno é terrível, ou seja, ele quer avisar ou pede pra que um anjo vá lá avisar aos parentes dele para que se arrependam e sejam salvos.


Jesus não o permite e dá a seguinte resposta: que, se eles quisessem ser salvos, eles tinham os profetas e a eles é que deveriam ouvir...

Assim, se alguém vai para o inferno não é porque falte quem lhe fale, mas sim por que, "SIMPLESMENTE", não ouve.

"Tu quoque, Bruti, fili mi?!"

;)


Ps: o Dumbo é mais um privilegiado orelhudo... mas isso não é uma prova inafalível de boa audição; só foi para ilustrar a postagem.

sexta-feira, 27 de março de 2009

A arte de ouvir (II)



Prosseguindo... Então, continuei a pensar sobre a arte de ouvir e sobre algo que acho que muitos já ouviram: Deus nos deu dois ouvidos e apenas uma boca.

Será que foi mero acaso?! Deus é alguém que faz coisas imperfeitas?! Será que Ele sempre não nos deixa uma "charada" em tudo que Ele faz?! Ele não quis dizer "Enxerguem, cegos que tem olhos e não vêem"?!

Não é à toa que em um trecho da Bíblia está escrito "quem tem ouvidos, ouça"; já em outra está escrito que somos tardios em ouvir.


Ps: por que o Topo Giggio?! Amava vê-lo, na minha infância e, na época, ele só passava nos canais de televisão do Recife, mas não em Garanhuns... Então, quando eu tinha oportunidade de ir ao Recife, me deleitava na oportunidade de assistir-lhe. Acho que, com essas orelhas, não tem como ele não ouvir bem (hehe)

Assinado "Peter Forrest"

;)

segunda-feira, 23 de março de 2009

A arte de ouvir.


Estive pensando nestes dias a respeito de algo que ouvi; numa entrevista na televisão, uma pessoa falou que, para ouvir, era preciso aprender...

Ou seja, ouvir é um aprendizado...

O que ela disse foi mais ou menos isso: para ouvir é preciso dois silêncios: um silêncio externo e um silêncio interno.


Assinado: um surdo...

"... pensei que houvesse diferença entre gritos e sussurros ..."
(Humberto Gessinger)

domingo, 15 de março de 2009

A Conversão de Ariano Suassuna...


Esse Ariano é muito figura!!! kkkkk

Só o sotaque dele vale o vídeo; mas a história é FANTÁSTICA!!!!

"... Em redor do buraco tudo é bera! ..."


;)

sexta-feira, 13 de março de 2009

Carta para um deputado federal...


Quando um rio corta, corta-se de vez o discurso-rio de água que ele fazia; cortado, a água se quebra em pedaços, em poços de água, em água paralítica.

Em situação de poço, a água equivale a uma palavra em situação dicionária: isolada, estanque no poço dela mesma.

E porque (está) assim estanque, estancada; e mais: porque assim estancada, muda (silenciosa), e muda porque com nenhuma se comunica; porque cortou-se a sintaxe desse rio, o fio de água por que ele discorria.

O curso de um rio, seu discurso-rio, chega raramente a se reatar de vez; um rio precisa de muito fio de água para refazer o fio antigo que o fez.

Salvo a grandiloquência de uma cheia, lhe impondo interina outra linguagem, um rio precisa de muita água em fios, para que todos os poços se enfrasem: se reatando, de um para outro poço, em frases curtas, então frase e frase.

Até a sentença-rio do discurso único em que se tem voz a seca ele combate.

(Heráclito)

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Li esse texto hoje; não o conhecia!

Essa analogia entre a palavra isolada como uma parte de um rio e o rio como sendo todo um discurso é fantástica!

E nós, humanos que somos, com nossas limitações e com o nosso ouvido seletivo, que só ouve e atenta a uma parte do rio, mas não a ele todo, acabamos guardando pedaços de rios, mas nunca o rio todo.

Por isso que se faz necessário ler o rio (discurso) várias e várias vezes, até que todo o rio seja uno, sem divisões.


Alia jacta est!


;)

terça-feira, 10 de março de 2009

Carta para um amor secreto...


Humba, muito te admiro e queria ter a oportunidade de te conhecer e ser seu amigo. Sou louco por essa música... Fissurado!

Você tem um olhar bondoso, puro... Coisa rara!

Quem acompanha sua história de vida, e não apenas sua carreira, sabe dos seus medos, suas manias, inseguranças, coragem.

Lembro-me de um bate papo do qual participei, no qual contou uma historinha sua: que anda pelas ruas prestando atenção nos postes e árvores, porque tem receio de que, a qualquer momento, um vento forte ou coisa parecida te arranque do chão e, assim, você presta atenção para que, caso isso ocorra, se agarrar aos postes e árvores... QUE NÓIA! kkkk

Mas, mesmo assim, acho você demais... Por isso essa "carta" para você, que nunca vai a ler, eu sei, mas está escrita...

Ah, e sua música para a Dri (3x4)? "Você se apaixonou pelos meus erros"... Também sou um apaixonado pelos seus defeitos.

Muito prazer, Humba...


Assinado: mais um otário!


;)

segunda-feira, 2 de março de 2009

CANÇÃO DA DESPEDIDA


BH, você foi e sempre será um caso de amor. Valeram os cinco anos.

"... o amor de agora pra sempre ele ficar ..."

Até outro dia

;)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Porque escrevo (Grand Finale)


Terminei a postagem anterior, mencionando o protagonista estrelado por Matt Dammon, no filme "Gênio indomável", porque me sinto um tanto parecido; o personagem principal (ou é "a" personagem?) se nega a tomar uma determinada estrada, na vida, que seria a mais fácil e mais comum, porque ele escolhe que quem vai determinar como será a vida dele é ele, e ninguém mais.

Escrever foi uma forma de reafirmar as minhas escolhas e não mais me fazer condenar a mim mesmo pelo infame delito de ser eu.

Há alguns dias, alguém que muito amo chegou pra mim e disse que eu precisava mudar, para atender conveniências. Na hora, eu falei que o problema é que os outros viviam preocupados com o cisco no meu olho, mas não viam a trave nos próprios olhos.

O que eu quis dizer foi que não sou perfeito; tenho meus defeitos, sim, mas não mudarei meu jeito de ser só para atender o desejo de quem quer que seja. Se assim for, mudar para agradar A ou B, sempre serei outro, que não eu, e nunca irei me encontrar na vida...

Serei, por algum tempo, o que um deseja; depois, para agradar mais alguém, vou ter que deixar de ser o que fui e, assim, estarei numa constante mudança, sem ser nada, a não ser pedaços de opiniões e projetos alheios.

Quando eu tiver que mudar, mudarei por escolha e desde que essa escolha seja espontânea, algo natural e não forçado, pois toda e qualquer mudança que seja fruto de uma disciplina acaba sendo algo artificial, fabricada.

Sendo assim, escrever foi uma forma de dizer: aqui estou eu, com as veias abertas, com qualidades e defeitos; aqui estou eu e se quiser me julgar, me julgue, pois sua sentença para mim pouco valerá; mais do que qualquer outra pessoa, eu sei quem eu sou e não estou preocupado com o que fulano ou cicrano acha (e como isso é difícil!!!!).

Concluindo: eu não poderia (e não posso) ter medo do que sinto nem ter vergonha do que eu sou.

Pano rápido: quanto ao Freud Flinstone, que também mencionei no último post, é um personagem que significa a junção do moderno com a idade da pedra, pois nós somos assim: nos achamos tão modernos e somos o mesmo homem que vivia nas cavernas.

Freud seria o lado racional; já Flinstone o lado animal, instintivo, primário e primata... Minha tia, que é psicóloga, vai amar a ilustração que vou colocar aqui embaixo, agora (e acho que todos os psicólogos também adorariam hehe)...

"... você, que tem idéias tão modernas, é o mesmo homem que vivia nas cavernas ..."

Ah, foi por isso que coloquei o título desse último post com a expressão "Grand Finale", pois tem uma música que pede para a gente fazer as preces e acender velas para "Freud Flinstone", a fim de que sacrifiquemos todos os nossos heróis, tudo aquilo que é um ícone na nossa vida tão moderna (e medíocre).

Um altar para (Pink) Freud Flinstone ;)


:*

Freud Flinstone.




sábado, 21 de fevereiro de 2009

Porque escrevo (PARTE V)


Voltando de onde paramos, com o tempo, vi que escrever me fazia bem; era uma forma de desabafar, de conversar comigo mesmo e de vivenciar, outra vez, os sentimentos e fatos que haviam me acontecido.

Ou seja, escrever tornou-se uma necessidade; era algo que me alimentava. Para alguns, sentar-se e ouvir uma boa música é um prazer; para outros, assistir a um bom filme também; para mim, tanto ouvir uma música como assistir a um bom filme são também um prazer, mas o meu deleite mesmo é escrever.

Escrever também foi uma forma de me afirmar; uma forma de manter as minhas convicções; uma forma de dizer a mim mesmo que continuasse crendo no que eu cria e sendo o que eu sou, sem me importar se tudo que porventura me circundava dissesse o contrário e me fizesse ver que era diferente.

Foi uma maneira de dizer que entre os outros e eu, eu deveria ficar comigo; eu devia ser um Dom Quixote (por amor as causas perdidas); eu poderia ser infiel a qualquer um ou a qualquer coisa, menos a mim. Caso existisse um céu límpido e azul para mim e os outros dissessem que o mundo estava fechado, nesse mundo de loucos, o louco menos errado tinha que ser eu (assim eu devia acreditar).

Entre as convicções dos outros e as minhas, valeriam as minhas, até que, porventura, eu me convencesse do contrário... Me sentia como o protagonista do filme "Gênio indomável".

Mas falar nele foi só uma deixa para o próximo capítulo, que quero findar com outro personagem, menos conhecido, chamado Freud Flinstone (é Freud mesmo e não Fred hehe).

Alia jacta est...

:*


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Jesus, Meu Primeiro Amor

"Abre meus ouvidos para que eu possa ouvir;
Abre os meus olhos para que eu possa ver;
Abre o meu coração para que eu possa sentir
TEU GRANDE AMOR POR MIM!!!"

Glórias a Ti, Senhor, pela vida desse homem (Antônio Cirilo), que muito me tem abençoado; te agradeço pela vida dos teus profetas, pela vida dos Teus filhos.

Amo :*

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Porque escrevo (PARTE IV)


Depois que postei o texto de ontem (PARTE III), me lembrei de um trecho da música "Quase sem querer" do Legião Urbana, que diz assim "Como anjo caído, fiz questão de esquecer que mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira... Mas não sou mais tão criança, a ponto de saber tudo". Isso porque eu disse que precisava dizer as verdades pra mim mesmo, pois algumas verdades a gente não quer dizer e reconhecê-las, mas "mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira".

Mas, continuando o nosso périplo (caminhada), apesar de eu não saber como retomar o raciocínio, por um tempo eu me cansei de escrever; achei que talvez fosse pura vaidade: como se, ao escrever, eu quisesse ensinar algo aos demais.

Além disso, achei que escrevia para os outros e era inútil tal ofício, pois o que escrevo nem sempre é apreendido por quem lê; não, pelo menos, da forma que eu escrevi (ou seja, nem sempre a pessoa capta o que eu quero passar).

Mas, com o tempo, eu vi que não escrevia para "ensinar" (ou dar uma lição de moral) os outros; escrevia pra mim mesmo. Com meu ato de escrever, eu não tentava salvar ninguém; tentava, sim, me salvar, e, se eu conseguisse esse objetivo, já me dava por satisfeito.


Pano rápido: mas, ao me salvar, será que eu não acabo salvando os que me cercam?! Talvez sim...

Quanto ao segundo ponto, percebi que os meus textos eram como frutos prendidos a uma árvore; enquanto eles estavam comigo (não escritos, ou escritos, mas não divulgados), a mim me pertenciam; a partir do momento em que eu os mostrava, já não competia a mim saber o que iriam fazer deles.

Se, ao colher-los (ou ao ler-los), as pessoas iriam comer, fazer um doce, um suco, ou lançar no lixo, isso fugia ao meu controle. Nem mesmo o sentido que as pessoas iriam dar a eles cabia mais a mim.

Abre parêntesis: refletindo sobre o ato de escrever, consegui desvendar duas coisas que, para mim, eram interrogações.

A primeira é que, na minha adolescência, havia um grupo de pichadores na cidade em que eu morava (e eu desconfio que tinha uns colegas meus que participavam kkkkk) e eu me indagava o que é que levava um cristão a fazer aquilo.


A outra coisa que eu observei foi com relação aos surdos-mudos; eu tenho um primo surdo-mudo e ele ficava fulo da vida quando a gente não entendia ele.


Consegui descobrir que, o que levava os pichadores a pichar e o que deixava meu primo muito macho era a mesma razão: a necessidade de por pra fora aquilo que estava no interior deles.


Acho que os pichadores picham porque, em casa, não são escutados; já meu primo ficava muito irritado porque queria exprimir algo e a gente não entendia (ele ficava vermelho; quer dizer, roxo... roxinho hehe).


Fecha parêntesis.



Até o próximo capítulo ;)



:*